Casal Pimenta - Swing, Ménage, Festas e Eventos Liberais
O SWING

POR: CASAL PIMENTA 13, MAIO, 2019

Onde encontrar festa de swing apenas para casais?

Esta ainda é uma pergunta recorrente que recebemos normalmente de casais iniciantes ou de casais que saem esporadicamente; e por isso resolvemos escrever este post para esclarecer este ponto, que hoje em dia é muito conflitante, pois na verdade não há mais festas só para casais no swing carioca! Ler Mais…

A palavra SWING significa originariamente troca de casal, onde o casal busca se relacionar com outro casal em busca de afinidade para fazerem sexo trocando de parceiros essencialmente; embora haja casais que por inexperiência ou insegurança, prefiram opções menos intensas como o sexo no mesmo ambiente, onde os casais fazem sexo num mesmo local mas sem trocar os parceiros, podendo em alguns casos haver troca de caricias entre os envolvidos, mas nunca sexo com penetração.

A cerca de uma década atrás, talvez duas ou um pouco menos, quando o swing ainda era quase secreto – nós mesmos chegamos a um clube através de um pequeno anuncio de jornal – e as pessoas muito mais resguardadas para falar do assunto e encontrar outros casais em busca de afinidades; a maioria das festas em casas especializadas recebiam apenas casais e mulheres (singles femininos) que desde o inicio dos tempos sempre foi bem vinda.

Já a presença de singles masculinos ou solteiros como chamamos aqui no Rio, era mal vista pela grande maioria dos casais que frequentavam essas festas, embora já houvessem casais adeptos do ménage masculino. Por isso era comum que os clubes especializados tivessem na sua programação várias festas exclusivas para casais e mulheres, e apenas uma ou duas festas mistas, que permitiam a presença de homens sozinhos.

O ménage à trois, nada mais é do que um arranjo segundo ao qual três pessoas compartilhem relações sexuais, seja um casal mais uma mulher – ménage feminino; seja um casal e mais um homem, o que configura um ménage masculino.

Mas a grande verdade, é que as festas com “solteiros” sempre foram as festas mais rentáveis, uma vez que os solteiros pagam bem mais caro pelo ingresso numa festa de swing.

Pensando nisso e aproveitando o aumento dos casais que passaram a procurar o ménage masculino, a partir da liberação oferecida pelo crescimento da internet, e consequente surgimento da divulgação dessas casas e festas por este veiculo, e pelo uso crescente dos mensageiros instantâneos como o extinto MSN e pelo popular e atual Whatsapp por exemplo; que as casas passaram a dedicar mais dias para as festas mistas, diminuindo gradualmente os dias destinados as festas para casais.

Aliás, para não haver nenhuma confusão, é preciso esclarecer que as festas de swing sempre receberam casais, fossem elas mistas ou exclusivas, afinal, os casais sempre foram a base das festas de swing, que deles dependiam não só a troca de casais, bem como o ménage masculino e feminino.

Assim sempre dissemos que os casais eram os donos da festa, acompanhados pelas mulheres, mas que os homens sozinhos, eram convidados, e que por isso mesmo, tinham uma participação menos ativa, as vezes velada, e sempre dependendo de uma vaga na festa, pois a presença deles era em número limitado e controlado, normalmente numa proporção de um solteiro para cada três casais.

Já naquela época, mesmo numa pequena proporção, havia homens que entravam em festas para casais acompanhados de amiga ou de uma garota de programa contratada, o que chamamos de casal armado, seja visando estar numa festa onde poderia ter uma moeda de troca para interagir com casais, uma vez que o ménage masculino era pouco aceito e por isso muito disputado entre os solteiros; seja visando pagar mais barato pela entrada, uma vez que casais pagam cerca de um terço menos que homens sozinhos, o que era quase que inadmissível pelos casais reais.

Juntando todas essas informações, podemos entender o que mudou no mundo das festas de swing, hoje chamadas de baladas liberais, que aos poucos foram tomando o lugar das festas só para casais, liberando a entrada dos solteiros que pagam bem mais caro, e colocando fim não só ao controle da quantidade deles, mas também, a rigidez implícita de ser os participantes swingers ou iniciantes.

As baladas liberais tornaram se então uma nova versão das baladas comuns, agora com um toque de liberalidade por terem ambientes onde se pode praticar sexo em qualquer modalidade, seja a troca de casais, o ménage, o grupal, o bi feminino e até o bi masculino; sem nenhum controle quanto aos participantes, uma vez que qualquer pessoa disposta a pagar tem acesso a essas festas.

Com tudo, algumas casas ainda mantem na sua programação uma ou duas festas destinadas apenas para casais e mulheres, tentando chamar o publico swinger, com a promessa de não haver solteiros, mas é aí que mora o perigo!!!

Neste ponto chegamos a questão crucial de que não há mais festa só para casais no swing carioca, levando em consideração que os casais armados hoje são muito mais comuns do que em épocas passadas!

Ora, o swing hoje é muito mais aceito e comentado do que era há anos atrás, as casas e as festas são amplamente divulgadas nas redes sociais, há incontáveis grupos de whatsapp destinados a swingers; tudo compartilhando as informações com quem é e com quem não é do meio, trazendo cada vez mais curiosos, gente sem a menor noção do que é o mundo liberal, que em geral não recebem nenhuma orientação consistente, além de muitos homens a procura de sexo fácil.

Com toda essa facilidade, é fato que mesmo em festa dita apenas para casais, há homens sozinhos acompanhados de amigas ou garotas contratadas para formar casal com ele, seja com a intenção de ter moeda de troca ou pagar entrada mais barata; mas sempre com o agravante de levar você casal que procura só casal a erro!

O erro, é você estar numa festa onde acredita haver apenas casais, se interessar por um pseudo casal e sendo correspondido, fazer uma troca onde a esposa acaba transando com um solteiro, e o marido com uma avulsa ou garota de programa, achando estar realizado a fantasia de fazer swing, ou trocar com uma casal.

Não que tenhamos problema com sozinhos, avulsas ou garotas de programa especificamente, mas sim com o fato de uma casa ou festa “vender” algo que eles mesmo não tem nenhum controle!

Este é o nosso alerta! Por isso, quando nos perguntam porque não fazemos festas só para casais, ou onde acontece uma festa assim, informamos que não há mais este tipo de festa no swing carioca.

Preferimos as festas verdadeiras que informam sobre a presença de solteiros, que os marcam com pulseiras para serem evitados por quem não gosta; preferimos diminuir ao máximo a possibilidade de erros, que sempre podem existir em qualquer festa.

Por fim, preferimos fazer festa de swing ainda nos dias de hoje, com solteiros em número limitado e controlado, recebendo apenas quem é do meio ou iniciantes, restringindo o acesso de curiosos e gente sem noção do que é e como funciona uma festa de swing!

Abraços e beijos ardidos

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